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Parfait de amêndoa

por Fulano de Tal, em 01.07.15

“Olhe! Por favor….”

“Sim?”

“Pode dizer-me o que tem de sobremesa?”

“Pr#f$sd&fs de amêndoa, bolo de chocolate, … e frutinha”

“Qual era mesmo a primeira opção?”

“Parfait de Amêndoa”

Hum… Francês. À minha frente desfila a longa tradição em doçaria dos povos normandos.

“Pode ser um Parfait”. Procuro dizer o Pêrrefé com o meu melhor sotaque Francês. Estes hinos pasteleiros não se devem diminuir com uma má dicção.

Chega uma terrina, com Oreos esmagados em baixo, natas deitadas sem cuidado em cima, e três lascas de amêndoa torrada.

“É isto?”.

“Sim. Oreo, natas e amêndoa. Parfait”

….

“Gostou do Parfait?”

“Achei talvez demasiado simples. Quer dizer, Oreo esmagado com um pacote de natas em cima….”

 “E amêndoa”.

“Sim, e amêndoa. Ainda assim achei demasiado simples. E chamar-lhe Perrefé…”

“Sim. Tentamos inovar.”

<porque não vai bardamerda?> Esta última frase não fui capaz de a proferir.

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Anedota do século

por Fulano de Tal, em 08.06.15

Que nome se dá a um pato que não gosta da companhia de outros patos? Antipático

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BB King

por Fulano de Tal, em 15.05.15

Não posso dizer que isto seja uma homenagem ao BB King, mas hoje lembrei-me de uma anedota que me foi contada por um amigo Islandês.

Uma mulher, sabendo que o marido adorava blues e em particular o BB King, e aproximando-se o seu aniversário, resolveu tatuar um “B” em cada nádega. BB, em homenagem ao rei. Se assim o pensou, melhor o fez. À noite vestiu uma lingerie sexy e preparou com cuidado a noite que se aproximava. Colocou "Lucille" no sonoro, e ao ritmo lento da música foi retirando lentamente a roupa, perante o surpreendido esposo. Finalmente no último acorde virou-lhe eroticamente as costas e mostrou os tattoos. “Bob?”, perguntou ele…

 

 

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Radialista intrigante

por Fulano de Tal, em 18.03.15

Intrigado com uma frase ouvida no carro a um radialista da Antena 1, a propósito de um álbum dos Belle Chase Hotel: "Um álbum que na altura foi o que foi, e agora ainda é o que é". Alguém que conheça o JP Simões e possa perguntar o que raio quer isto dizer?

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A razão pela qual não conseguia encontrar umas razoáveis ceroulas no mercado nacional era afinal muito simples: o termo "ceroulas" foi abandonado em favor do mais moderno "collant" (que pode ser sufixado pela expressão "para homem") ou do mais internacional "Long John's". Dica importante para outros que como eu padeçam de frio nas pernas.

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Nerds

por Fulano de Tal, em 09.12.14

A nota final de um cartão de boas festas que recebi hoje. "Also, remember there are only 10 types of people in the world - those who understand binary, and those who don't!" Nerd!

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Kevin O'Leary é o maior

por Fulano de Tal, em 01.12.14

Momento zen do dia. Kevin O'Leary no Shark Tank para um empreendedor que estava a patinar na argumentação: "Let's do this: you leave now, and never tell a soul about this amazing secret. Let it die with you"

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Driblou é que era

por Fulano de Tal, em 30.11.14

Apetece-me mesmo dizer uns palavrões. Em francês. Apetece-me dizer palavrões em francês. Só se safam porque não me lembro de nenhum. Ainda não consigo acreditar nisto.

Quando vi que o nome "Driblou" era uma das possibilidades para a mascote do Euro'2016, pensei que estava resolvida a questão onomástica. Era o melhor nome de mascote de Euro de sempre. Afinal os franceses optaram por Super Victor. Super Victor? Já tinha dificuldade em papar franceses, mas agora...

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Ardis de empresas de catering menos escrupulosas

por Fulano de Tal, em 20.10.14

Fui vítima de fraude, e quero relatar tudo para que vocês não sejam também enganados. Conto-vos como tudo se passou. É muito importante que atentem a todos os detalhes para não caírem no mesmo ardil, perpetrado por empresas de catering menos escrupulosas.

Fui convidado para estar presente num almoço numa universidade. Uma coisa catita, com uns senhores e senhoras muito simpáticos e importantes, e portanto o evento revestia-se de algum formalismo. Apesar de tudo éramos poucos os comensais. A quantidade aqui é relevante na medida que é inversamente proporcional à intimidade. Menos pessoas, mais intimo. Mais escrutinada a minha prestação.

Para verem que levei isto a sério, usei pela primeira vez em 3 anos uma gravata. Estive meia hora a tentar recordar os volteios necessários ao nó duplo, o único capaz de suster a minha papada de forma minimamente elegante.

Como conheço as falências do meu palato, olhei rapidamente para os acepipes. Ao longo dos anos desenvolvi esta técnica de escrutínio dos hors d’oeuvres. O meu cérebro, num simples relance, rejeita imediatamente tudo o que contenha vegetais visíveis, e também os invisíveis, como as suspeitas mini chamuças, entre outros. Por outro lado sinaliza positivamente os mini croquetes e algumas variedades de mini rissóis, como seguros.

Desta vez as sinapses deram nota positiva aos mini croquetes. Contei-os, e seriam aproximadamente 12, para 7 pessoas. Mentalmente calculei a minha probabilidade de despachar 40% antes de eles se esgotarem e sem parecer o Gargântua, pai de Pantagruel, sabendo que outros se ocupariam aleatoriamente dos demais fritos. Agarrei-me ao primeiro.

Ao contrário do que mandam as boas práticas, que sigo fielmente há anos, não fiz uma análise cuidada ao croquete, porque nessa altura alguém esperava de mim uma resposta muito inteligente a uma pergunta qualquer sobre conteúdos pré e pós Bolonha. Antes de começar a falar dei uma generosa trincadela no croquete. E foi aqui que detetei o ardil de que tinha sido vítima. As minhas papilas gustativas, que normalmente acolhem com hospitalidade qualquer croquete, iniciaram um estertor angustiante. Nauseadas gritavam por socorro. De olhos lacrimejantes lá larguei uma bojarda sobre Bolonha, enquanto dei uma olhada à metade de croquete sobrante. O conteúdo era verde. Um verde vivo, de uma textura cremosa. Mascarado de carne, tinham-me servido um venenoso esparregado, que naquela situação não tive remédio senão engolir. Revoltante.

Espero que fiquem alerta para estas empresas de catering, uma indústria pouco regulamentada, onde como se pode verificar pela história acima, tudo vale para cortar custos, inclusivamente a dissimulação de um espinafre numa fina e crocante camada de pão ralado, normalmente reservada unicamente às saborosas entranhas de um suíno.

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31 benefícios da vaselina

por Fulano de Tal, em 17.10.14

Alguém me pode indicar onde posso ler quais os 30 benefícios que a Vaselina Vasenol, produto acabado de chegar a Portugal, tem ? Na página da Vasenol falam nos 30 benefícios, mas nunca os referem. Eu ando cá com a minha que são 31, e só queria confirmar.

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