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Não quero de forma alguma polemizar com um dos grupos mais temidos, as feministas.
Mas também não posso esconder aquilo que penso ser uma descoberta importante.

Tenho reparado, e isto não apenas uma vez, mas várias vezes (!), que as mulheres têm problemas com trajectórias parabólicas. Isso mesmo.

Não sei porquê, se tem a ver com problemas de visão ou com a parte mental de execução de algoritmos de cálculo da trajectória em si.
Deixo essa investigação para outros mais aptos.

Limito-me a observar os meus dois grupos de amostragem, eu e o Fulanito de Tal por um lado, a Fulanita de Tal e a mãe por outro, a quem apresento diariamente o mesmo problema.

Propositadamente deixo um objeto em cima da mesa que não pertença ali, na hora de "pôr" a mesa (é assim que elas se referem àquele momento). Deixo que todos sentem, e nesse momento alerto para a presença do objecto.

O método científico é assim mesmo, repetição das experiências vezes sem fim.

É neste momento que observo o seguinte:

1. Se eu ou o Fulanito de Tal pegamos no objeto, ele aterra em 2 segundos no sofá ao fundo da sala. Trajectórias parabólicas perfeitas, nada a dizer.
2. Se a Fulanita de Tal ou a mãe pegam no objecto, levantam-se (!), deslocam-se 1 metro para o lado, e depositam o objeto no sofá. Não arriscam a trajectória (!).

Isto passa-se há precisamente 8 dias. Julgo que não é preciso dizer mais nada.

PS: Deixo ilustração para que possam aferir por vós

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