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As minhas células, de vez em quando, abraçam-se umas às outras e cantam o hino. Em ocasiões, menos frequentemente, gritam-no, especialmente naquela parte “às armas, às armas”. Como se fossem uma seleção de células barbudas e entroncadas como os Lobos.

No entanto, com isto do Cante Alentejano sinto-as mortas. É tão importante isto para mim, como seria se o hábito de comer raízes de árvores dos Bosquímanos do Botswana fosse considerado património da humanidade. Eis uma área onde me sinto próximo de Sócrates: temos uma noção de património parecida.

Peço desculpa a todos os Portugueses a quem esta minha contrição chegar.

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