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Louis C.K.

por Fulano de Tal, em 26.09.14

Não consigo cansar-me do Louis C.K. Acabei de ver um episódio da série. Ele saiu num encontro com uma bibliotecária sexy. Louis tem 44 anos e não faz exercício.

Sequência de cenas:

1. Ela quer ir a um bar, ele acede, entram. Ela dirige-se ao balcão e pede uma cerveja. A empregada diz que não lhe vai servir álcool. Não depois da última vez. Ela sai apressadamente e Louis segue-a.

2. Na rua ela decide caminhar. Porque em NY pode caminhar sem que a cidade acabe. Ele acede. Ela conta-lhe uma história dramática sobre como esteve à beira da morte aos 14 anos.

3. Entram numa loja. Ela pede-lhe que ele vista um vestido com lantejoulas. Ele não quer mas já no vestiário, e depois de ela dizer que é uma espécie de teste, de até onde ele iria, ele veste o vestido. Ela ri contagiosamente durante 2 minutos, antes de declarar “You’re officially a great guy”.

4. Ela quer comer, mas em vez de um restaurante arrasta-o para uma loja de delicatessen. Nas cenas seguintes eles engolem arenques holandeses, salmão fumado com umas ervas aromáticas, e toda a sorte de pequenos peixes numa calda.

5. Já na rua ela pergunta-lhe o nome. Não o tinham feito ainda. Louis. E Ela? Ela diz chamar-se “Tape Recorder”. Que os pais não tinham conseguido chegar a um consenso sobre o nome, e quando ela nasceu decidiram dar-lhe um nome temporário, só até conseguirem esse acordo. Ele pergunta como é as pessoas lhe chamam, Tape? Ela ri e diz que é tudo mentira.

6. Passam por um sem-abrigo. Ele deixa o saco com os últimos restos de comida. Ela pergunta o que foi aquilo. Ele explica que é uma maneira mais civilizada de abandonar um saco de que já não precisa, só isso. Mas ele quer ajudar? Então vamos ajudar diz ela. Mas a sério. Debruça-se sobre o sem-abrigo e começa um diálogo. Ele não tem dinheiro para comprar os medicamentos que o fazem deixar de ver cobras em todo o lado e gritar. Custam 6 USD por comprimido. Nas cenas seguintes ele vão à farmácia, e deixam-no no Holliday Inn.

7. Ela entra num prédio de 50 andares e sobe as escadas a pé até ao cima com Louis a ofegar atrás e a querer desistir a cada passo. Chegados ao cimo senta-se no parapeito e delicia-se com a vista sobre NY. Louis está em pânico, quer que ela se afaste do parapeito. Ela sai-se com a frase mais profunda que ouvi nos últimos tempos. “As pessoas têm medo quando uma parte delas quer saltar. Porque seria tão fácil. Mas ela não quer saltar porque está a divertir-se nesta noite, como nunca”.

O fim de encontro perfeito. No fim de grandes sacrifícios esperam-nos grandes recompensas. Tudo isto dura pouco mais de 20 minutos. Não percam, pelo menos o episódio 5 da 3ª série.

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Guichet para estúpidos

por Fulano de Tal, em 23.09.14

“Boa tarde.”

“Boa tarde.”

“Boa viagem.”

“Obrigado.”

37 segundos de tempo incorrido e o meu check-in estava feito. Estive no entanto 20 minutos à espera que o senhor da frente percebesse onde tinha de pagar o excesso de bagagem. Nem sequer era daqueles senhores que tenta meter 18 kg quando comprou 15 kg. A dificuldade era mesmo perceber onde podia pagar, apesar de a partir do 4º minuto ter 20 impacientes viajantes de dedo apontado ao guichet da Portway. Era ali. Era só seguir os 20 dedos e palmilhar os 20 passos que distavam. Eu disponibilizei-me inclusivamente a pegar-lhe na mão e levá-lo lá. Declinou.

Defendo há muito a existência de guichets para viajantes estúpidos. Obviamente que sei que estes viajantes não saberiam identificar-se como tal. Eu não sou parvo, e sei muito bem como funciona o cérebro de um estúpido. No entanto profissionais preparados poderiam identificar sinais evidentes. O uso de boina, por exemplo. É um claro indicador de que estamos perante um indivíduo com potencial para utilizar este serviço especial. Quando combinado com sandálias de couro, como o senhor mencionado acima, é absolutamente infalível.

Dois seguranças agarrariam o indivíduo por cada braço, e arrastá-lo-iam no sentido de um serviço premium para idiotas. Umas leggings espalhafatosas, combinadas com salto alto, em senhoras com uma inclinação morfológica para a saia rodada e sapato raso, são também sinais.

Estou certo que com um despiste mais ou menos cuidado, atingiríamos rácios de 90%-95% de identificação positiva. Uma vez apanhado, o palerma podia ter até direito a certificado e cadastro numa base de dados, para posterior uso.

A vida seria mais simples nos aeroportos. As companhias teriam maior acerto na partida dos voos, e rentabilidade nas operações de handling e estou convencido de que após um primeiro período em que a imbecilidade ficaria sistematicamente em terra, se verificaria um efeito pedagógico, que permitiria a alguns idiotas serem reintegrados no sistema de atendimento em guichet normal, e a outros a seleção, por iniciativa própria, de outros meios de transporte.

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I + D

por Fulano de Tal, em 15.09.14

Oiço com frequência gente a vociferar contra os projetos de Investigação & Desenvolvimento (I+D) financiados com dinheiros públicos. Que se gastam rios de dinheiro sem nenhum resultado prático.

Para esses naysayers da Ciência, apresento-vos o prático e indispensável a partir deste momento Polpómetro (em Inglês, Pulpmeter). Presente em qualquer embalagem tetrapack da Compal (verifiquei que os Compal Essencial não usam esta moderna tecnologia), permitem medir a perceção de polpa proporcionada ao sedento utilizador. Confiram agora mesmo nos vossos frigoríficos, caso não o tenham feito já. O Polpómetro abre inclusivamente as portas (deverei dizer … escancara?) da I+D ao aparecimento de outros medidores de igual complexidade e utilidade.

A título de exemplo, elenco aqui alguns de que em algum momento senti sinceramente falta:

1. O Patranhómetro. Ideal em reuniões de vendas.

2. O Estúpidimetro. Indispensável num primeiro encontro.

3. O Sexímetro (também chamado de Vacómetro a norte do Mondego), para certas noites de maluquice.

Sem querer desmerecer a equipa de cientistas da Compal, eu preferiria escalas maiores, especialmente se estivermos a falar do Vacómetro, onde existem diferenças muitos subtis, impossíveis de representar numa escala de apenas 4 níveis. Um pequeno led vermelho que acende a partir do 7 também seria muito apreciado.

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Mensagens eróticas nos WC da A1

por Fulano de Tal, em 11.09.14

Hoje precisei de usar um WC em plena A1. Não um urinol, mas sim uma daquelas divisões dotadas de alguma privacidade.

Quando isto acontece sinto sempre estar em presença de um momento com potencial interesse para um post de grande profundidade. E assim foi. Escolhi criteriosamente a Mealhada. Uma estação mais antiga, onde as portas de pladur até ao chão conferem uma ambiência mais intimista, que aqueles materiais modernos, onde se conseguem ver os pés e pressentir a prostração dos utilizadores.

Na porta há muitos dizeres, e foram estes que captaram a minha atenção, porque são reveladores de uma das maiores deficiências do povo Português.

Selecionei dois para ilustrar isto:

“Jovem mulato ativo: 91 xxx xx xx. Zona de Coimbra”

“Jovem passivo. Guloso. 91 xxx xx xx. Leiria”

Um destes jovens foi o último a escrever a mensagem e é isso que me importa analisar. Porque não ligou ele para o outro, cuja mensagem já lá estava? Em vez de se anunciar. Leiria não é muito longe de Coimbra. Serão 60 km um óbice de tal ordem para, quem sabe, um grande amor?

Esta é uma das características dos Portugueses. Falta-lhes iniciativa. Preferem expor a sua ambição esperando que alguém a venha satisfazer, ao invés de se porem a caminho e perseguirem o seu sonho.

Provavelmente aqueles dois jovens ainda hoje estão sozinhos. Absorto nestes pensamentos, ainda assim procurei não perder a oportunidade e escrevi eu próprio uma mensagem: “Jovem empresário ativo, vende software de gestão: 93 xxx xx xx”. Conto lá passar no dia 18 de Setembro, para ver se algum Empresário passivo colocou alguma mensagem procurando serviços idênticos aos que forneço. Quem sabe até lá, recebo alguma chamada de um empresário ativo?

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Política à Portuguesa II

por Fulano de Tal, em 09.09.14

O momento alto do debate foi mais ou menos assim. António Costa diz que um dos erros crassos da direção de Seguro foi o ter-se abstido na votação do orçamento de 2012. Deveria, segundo ele, ter votado contra um orçamento que se demarcava do memorando de entendimento da Troika, prometendo ir além deste.

António Seguro, sacando de um maço de folhas, recorda António Costa, que naquela altura ele tinha defendido na Quadratura do Círculo, precisamente o contrário, e cita-o em afirmações comprometedoras.

Confrontado com a mentira, Costa saca do argumento mágico: “Não faças de uma árvore a floresta!”. É o mesmo que ser apanhado na cama com a irmã da mulher, e só porque ela tem mais 4 irmãs, duas delas gémeas caçulas, alegar que só com aquela não se pode tirar nenhuma conclusão de adultério incestuoso.

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Tatuagens aos 70

por Fulano de Tal, em 09.09.14

Deu-me que pensar o cachaço tatuado daquela senhora. “Selma”, em letras estilizadas.

Até podia ser o nome da filha, mas enquanto a observava um bom par de metros atrás dela, só me ocorria que seria o nome de uma companheira que naquele preciso local lhe fazia sentir o hálito quente ou um arfar ofegante. Ou ambos.

Este quadro seria inclusivamente excitante, não fosse pela camisola tricotada da septuagenária.

É bastante injusto as tatuagens perdurarem para além da firmeza das carnes. Revoltante ver a rebeldia aprisionada em crochet. Isto, e só isto, me fez abandonar de vez o sonho antigo de tatuar uma caveira armada até aos dentes na nádega esquerda.

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Politica à Portuguesa

por Fulano de Tal, em 09.09.14

António José Seguro entra na TVI atrasado como as noivas que querem dar nas vistas. Esperou no carro que o noivo entrasse primeiro. A única pessoa que cumprimentou foi a rececionista, e apenas depois de verificar que estava em direto. Depois agradeceu magnanimamente aos muitos portugueses que lhe enviaram mensagens para o telemóvel a sugerir panaceias para a perda da voz. Uma colher de mel, por exemplo. É tão credível esta pessoa tão importante dar o número de telemóvel a tantas centenas de Portugueses anónimos. Vou ali vomitar e já volto para o resto do debate.

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O pior pai da minha rua

por Fulano de Tal, em 05.09.14

Anualmente ocorre o momento em que a minha convicção de que sou um bom pai é profundamente posta à prova: a reunião de pais, lançamento do ano letivo. Onde estou neste preciso momento a fingir que estou a anotar com muita atenção tudo o que é dito.

E digo que é posta à prova porque sinto sempre que sou o pai menos preocupado com o que está a ser dito. Sou claramente o campeão do aborrecimento naquela sala. Todos participam, falam, colocam as suas dúvidas. Os pais são bastante ordeiros, esperando sempre que o pai anterior termine a sua questão antes de colocarem a deles. Quando, acidentalmente dois pais pedem a palavra ao mesmo tempo, desfazem-se em encómios, disputando a possibilidade de cederem a sua vez ao outro pai, o que é bastante cómico.

Fico sempre muito atento neste momento. Quero perceber se querem ceder a sua vez, ou ter a última palavra.

Inevitavelmente não partilho qualquer das preocupações evidenciadas, e as dúvidas parecem-me sempre despropositadas. Mas não são, obviamente. Eu é que não consigo subjugar o meu cérebro a preocupar-se sobre se as aulas são no 2º piso como no ano passado, ou se passam para outro piso.

Neste momento há um senhor a falar de artes marciais e da importância disto enquanto complemento formativo. Parece pensar que sem uma adequada formação em shorigi kempo são poucas as chances de os miúdos irem além de uma atividade braçal. Antes dele falou um psicólogo da escola que disse que “provavelmente já conhecia todos os pais”. Olhei para o lado e confrontei-me com o assentimento generalizado na sala. Eu não o conhecia e senti-me bastante incomodado com isso. Pareceu-me até que ele olhou a certa altura para mim, reprovando mentalmente a minha ignorância.

São distribuídos uns papéis que verifico necessitarem de assinaturas e depoimentos juramentados em que declaro a veracidade do que afirmo sobre o meu educando. Sou o único sem caneta. Mais um embaraço quando me fornecem uma caneta roída, por ser a única disponível “para estes casos”. Passei a ser “um caso”. Os restantes pais vêm preparados para esta eventualidade e têm canetas de marcas internacionais, cujas tampas saltam com um pequeno ‘click’.

Há palavas que são repetidas com muita frequência. Quando elas saltam na conversa, eu levanto os olhos do surface, e faço um gesto de assentimento, como se concordasse com a frase proferida, embora apenas tenha sido sobressaltado pelo aparecimento de “pedagógico”, ou “eficaz”, ou “projeto”.

É relativamente complicado voltar a escrever este texto depois destes sobressaltos, pelo que fico por aqui.

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Limpeza

por Fulano de Tal, em 01.09.14

Ontem fui ao Centro Vasco da Gama buscar os livros da minha filha e resolvi tomar um café na esplanada do segundo piso. Chegado ali, pensei estar no cenário de uma tomatina Valenciana, mas com toda a variedade de alimentos, para além do suculento fruto (embora este também marcasse presença em restos de saladas, e esguichos daquilo que pareciam as ruínas de uma salada Cesar).

As cerca de 40 mesas que ali existem acumulavam tabuleiros e restos de comida que competiam em volumetria, embora não esteticamente, com as torres de S.Rafael e S.Gabriel.

Limpei uma mesa, embora não tenha tido coragem de remover toda a maionese espalhada num dos cantos. Usei o restante espaço, para colocar o meu café, e ali fiquei naquele cenário de holocausto gastronómico. Tirei duas fotos e enviei este email à administração do centro (obtido diretamente no site). Responderam-me hoje. Publico a resposta deles, de que gostei, em comentário a este post. Gostei que o tivessem feito, gostei do teor geral da resposta bastante mais amigável e conciliador que a minha reclamação, gostei do fato de vir assinada, gostei que existissem outras pessoas em conhecimento para além do remetente, gostei que fossem enunciados responsáveis.

Não gostei que outras falhas para além limpeza geral não tivessem sido endereçadas pela resposta, não gostei que não me sejam apresentadas medidas preventivas e apenas um texto em que em abstrato se refere a importância da higiene e a ligação disto com o tema da melhoria da qualidade do equipamento e serviços.

Hey… mas não se pode exigir demais, certo? Errado. Espero que se lembrem, da próxima vez que visitarem o Vasco da Gama, e encontrarem tudo limpo, que o devem exclusivamente a mim. De nada!

 

Sent: segunda-feira, 1 de Setembro de 2014 18:52

To: VASCO GAMA

Subject: O vosso centro às 18:00 de hoje

 

Boa tarde, Sentei-me hoje na esplanada do vosso centro comercial, e não resisto em enviar-vos 2 fotos do local, porque tenho de acreditar que não o visitam muitas vezes. Das cerca de 30 ou 40 mesas, nenhuma está limpa. Nem uma. Os tabuleiros acumulam-se ao lado da maionese espalhada pelas mesas, das borras de café entornado por todo o lado, copos de plástico pelo chão. As pessoas lá se vão sentando no local que lhes parece menos nojento, e assim fiz eu apenas para vos enviar este email. Tentei usar a Wifi grátis. Obrigadinho pelo serviço, mas não está a funcionar. Apesar do tom crítico do email, peço-vos que considerem que me dei ao trabalho de usar o meu plafond de comunicações para vos alertar. Não posso usar outro tom perante isto. Não há um único cinzeiro, apesar de este ser o local que os fumadores escolhem para estar um pedaço. O convite à imundície é geral. O chão está coberto de cinzas e beatas. Resumidamente, tudo mete nojo. Este era o centro onde eu trazia os meus filhos ao Domingo de manhã, para tomar o pequeno-almoço. Mas a decadência é de tal ordem que neste momento preferia levá-los à ETAR de Loures passar um bom bocado. Não admira que seja um local escolhido por toda a sorte de marginais para eventos de pancadaria. Que tal um bocadinho de brio profissional? Voltar aos tempos em que os centros comerciais Portugueses eram exemplos de urbanidade?

Cumprimentos,

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Actualidade

por Fulano de Tal, em 01.09.14

O dia de hoje foi fértil em fatos relevantes, merecedores de comentário. Por minha vontade teria feito várias dezenas de posts, mas ao invés de me ir apercebendo destes fatos ao longo do dia, foram-me todos apresentados apenas no jornal da TVI, pelo que aqui vai um post resumo, em que elejo 4 temas.

1. Perante a oportunidade de entrevistar Leonardo Jardim, o repórter dispara a primeira pergunta “Saiu magoado com alguém do Sporting?” Será mais vã a esperança que estúpida a pergunta? ... Afinal não saiu magoado. Ao contrário, tem uma excelente relação com toda a estrutura, jantou ontem com Inácio, e admite voltar ao clube do seu coração. Ora bolas.

2. Quando se pensava que a estupidez coletiva do povo norte-coreano não poderia dar mais provas de vida, eis que o regime resolve promover um evento de wrestling com estrelas americanas, que proferem para as câmaras alarvidade como “we can find some crappy political views everywhere” enquanto esbofeteiam uns japoneses que fizeram de figurantes (Jon “Strongman” Andersen). Sim, podemos. A estupidez encontra a boçalidade e vão a um evento em Pyongyang.

3. Professores que se levantam às 5 da manhã, que dormem à porta do centro de emprego, para competir por vagas que não sabem se existem. Tudo isto é trágico e desumano. Um triste teatro que todos os anos é representado, como se não tivesse solução. Como se fosse assim, porque sempre foi assim, porque não pode ser de outra forma. Cambada de estúpidos os que sujeitam gente decente a estes preparos. Para compensar a trágica notícia, valeu-nos o aspirante a realizador de longas-metragens dedicadas ao erotismo, que nos brindou com planos de Fernanda, a professora-exemplo.

4. Os debates de Seguro e Costa finalmente têm data. “Foi difícil um entendimento sobre as datas” esclarece o jornalista. Resta um mês até às primárias do PS. São 3 os debates, separados normalmente por uma semana. É preciso encontrar um especialista em programação linear para chegar a datas convenientes? Porque é que o 9 de Setembro é bom para um e mau para outro que preferia o 8 de Setembro, o que era inaceitável para o primeiro. Este nível de discordância sobre temas de absoluto interesse nacional é bom prenúncio do que aí vem. Seguro e Costa, Costa e Seguro, Alegre e Seguro, Seguro e Sócrates, Sócrates e Costa, Costa e Coelho. Tudo igual.

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